Ao longo da minha formação, sempre me encantei por diferentes abordagens da psicologia. Gosto muito do interesse da psicanálise pelo passado e pelas experiências inconscientes; admiro a TCC por sua diretividade e pelo diálogo que estabelece com a parte neurológica; vejo grande valor na forma como a Gestalt constrói a relação com o paciente; considero indispensável o olhar de comunidade que a psicologia social traz; e me inspiro bastante nos insights da teoria do apego, que ajudam a compreender os vínculos e seus efeitos na vida adulta.
Por muito tempo, me questionei: como unir tudo isso em uma só prática? Como enxergar o ser humano de maneira integral, sem deixar nenhuma dessas dimensões de fora?
Foi assim que encontrei a Terapia do Esquema.
Ela me permite integrar diferentes perspectivas: olhar para o passado e o inconsciente, sem perder de vista o aqui e agora; considerar a biologia e a cognição, mas também as memórias e vivências emocionais; enxergar a influência da comunidade externa e, ao mesmo tempo, valorizar o vínculo entre paciente e psicólogo.
Acredito que cada pessoa é única e complexa: além da parte física e neurológica, somos feitos de histórias, relações, afetos, experiências conscientes e inconscientes. E o processo terapêutico não é algo imposto, mas construído a dois – paciente e psicólogo – em um espaço de trocas, aprendizado e crescimento mútuo.
Por isso escolhi a Terapia do Esquema: porque ela me permite olhar para o ser humano em sua totalidade e caminhar junto com cada pessoa na construção de um modo de viver mais saudável e significativo.
Essa é a abordagem que utilizo nos meus atendimentos! E caso tenha interesse ou dúvidas, estou à disposição!


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